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Sinopse:
Em Crimes Quase Perfeitos mistérios interessantes como «Caloiro em Fuga» e «Como morre a outra metade» farão de si, durante horas, um perfeito detective.
Cada caso é seguido de uma curta série de perguntas e um desafio para resolver o mistério usando apenas um certo número de pistas. Depois consulte as «Provas», como o ficheiro de depoimentos, os relatórios das autópsias ou os relatórios do laboratório e do local do crime para obter mais pormenores que o ajudem a encontrar o culpado.
Continua intrigado? Passe à «Análise de Provas» para obter uma ajudazinha extra para encaixar as peças. Se o mistério o deixar completamente desnorteado, as soluções encontram-se no fim.
Com as ilustrações cómicas de Lucy Corvino, a resolução de crimes nunca foi tão divertida.


A minha opinião:
Um bom livro de passatempos para desanuviar e divertir. Ideal para os amantes de mistérios à lá Sherlock.
Dos 15 mistérios em dois tive de recorrer à ajuda da «Análise de provas» para conseguir soluccionar e em outros dois casos - «Violência Vídeo» e «Engolir a arma» - não consegui descobrir o verdadeiro assassino. Embora no «Engolir a arma», depois de ler a solução, pensei: "Pois! É claro! Que pateta que eu sou." Mas isto depois de ler a solução ;D
Lido a 4 de Maio de 2008
Sinopse:
Certa tarde, Inês e seu pai decidiram ir passear até à feira. O dia estava ameno. Soprava uma brisa suave e o céu apresentava apenas alguns montinhos de algodão branco. Porém, o sol estava quente e convidativo. Por entre bancas com brinquedos, livros, CD's e tantas outras coisas, a jovem prendeu o seu olhar numa das bancas de roupa. Era uma cigana já com certa idade, contudo o seu sorriso era jovial. Esta convidou-a a aproximar-se e a escolher o vestido que mais lhe agradasse. Nessa altura já o seu olhar estava fixo num vestido cor de salmão, estilo medieval, de corpete bem justo, atado à frente, com mangas em sino, decote à barco, muito simples, com apenas umas rendas brancas nas pontas das mangas e no decote. A cigana pareceu aprovar a escolha da jovem e indicou-lhe um recanto coberto de panos, aproveitado como vestiário...


A minha opinião:
Este livro foi-me gentilmente emprestado por uma amiga recente que conheci pelo Bookcrossing, a semidio. A autora é familiar dela.
Devo confessar que a leitura deste livro surpreendeu-me! Não estava nada à espera de uma história assim.
Um vestido mágico que transporta Inês ao passado para corrigir algo que desconhece. Uma vida mágica que é caracterizada por um grave e triste período de mortes e tragédias. Período esse que surge devido a uma maldição de um amor proibido e secreto que resulta num suicídio de uma mulher misteriosa...
Resumindo, é um pequeno livro, com uma história deveras interessante, com muitas mortes à mistura e que eu gostaria de ver reescrita pela autora e transformada num romance.
Os meus parabéns à autora - Milene Emídio - pela sua imaginação, criatividade e escrita.
Lido a 1 de Maio de 2008

Sinopse:
Não era fácil viver com o insuportável Michael Donahue, ainda que fosse para cumprir os últimos desejos do seu tio. Contudo para a teimosa Pandora McVie foi ainda mais difícil não se apaixonar por ele.
Algumas vezes, o último homem pelo qual pensamos apaixonar-nos é o que secretamente o nosso coração deseja...


A minha opinião:
Uma história bonita e interessante - o que nem sempre aparece nos livros editados pela Harlequin - que nos conta as consequências da leitura de um testamento nada vulgar.
Como as exigências de um homem já falecido faz com que duas pessoas se unam numa casa e como uma família, desesperada para colocar as mãos nos milhões deixados em herança, se transforma em suspeitos de actos vis e homicidas.
Lido a 29 de Abril de 2008
Sinopse:
Quem são essas mulheres estranhas que constituem uma espécie de seita "hippie"? Que fazem elas à noite, ao som de flautas e tambores? Onde vão quando desaparecem e regressam com as roupas manchadas de sangue e de vinho? Um caso misterioso, que vai transformar a vida do conceituado professor.
Com a sua habitual mestria de contadora de histórias, Catherine Clément permitiu-se um pequeno "divertimento" policial que fará as delícias dos seus numerosos leitores.


A minha opinião:
Gostei bastante deste pequeno livrinho. Um estranho conto que me parecia dirigir-se para outro final mas que me surpreendeu!
Uma bela história de rituais, deuses gregos, crime, drama, suspeitas e muito vinho de uva-moragueira à mistura.
Lido a 28 de Abril de 2008
Sinopse:
Na China do século XIX, uma jovem é raptada, vendida e levada para San Francisco, nos Estados Unidos, onde é obrigada a prostituir-se. Chris, o seu primeiro cliente tem apenas 12 anos. Chris é branco e americano. Fusang é uma escrava chinesa. Num época conturbada por tumultos sociais a histeria anti-chinesa que varreu San Francisco - uma história de amor põe tudo em causa.
Este livro foi baseado na vida da mais famosa das prostitutas chinesas de S. Francisco, e é fruto de uma turada investigação sobre a época e os habitantes de Chinatown.
Geling Yan, uma das mais aclamadas autoras chinesas, joga com o nosso imaginário ocidental: os pés atados das mulheres, os ambientes de incenso e ópio e o provocante erotismo oriental.


A minha opinião:
Este livro surpreendeu-me pela negativa.
Normalmente adoro este tipo de livro, mas devido à brutalidade da escrita, escrita essa que por vezes achei mesmo desengonçada, sem nexo, mal arranjada, eu ao longo das 205 páginas deste livro não consegui integrar-me na história uma única vez.
A trágica e duríssima vida desta mulher que nunca chora e nunca revela os seus sentimentos é descrita neste livro como se de um puzzle se tratasse, sem nunca sabermos que imagem é que este puzzle retrata.
Uma coisa que me irritou profundamente é que quase a totalidade do livro leva-nos a pensar que Fusang gosta de Chris, ou mesmo do misterioso Da Yong, quando no final surge-nos uma mulher que não gostou de ninguém verdadeiramente, que construiu à sua volta uma muralha da China para se defender de todas as violências de que foi vítima. Ou seja, sinto que a autora me enganou, por ter escrito 203 páginas sobre um amor que nunca existiu.
Apesar disso, gostei do fim. Fusang, volta à sua terra natal, a China, com as cinzas de Da Yong. Soou-me quase como uma vitória triunfal, com Fusang a deixar parte de si a Chris e a partir com as cinzas de Da Yong nas suas mãos.
Lido a 26 de Abril de 2008
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