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Sinopse:
Os Jardins da Memória e Amar Simplesmente são dois pequenos romances independentes mas que, de certa maneira, formam um díptico assombroso sobre os mistérios da guerra, o problema da culpa e as leis próprias do amor.

Os Jardins da Memória Michel tem uma história para contar. Algo de que se recorda. Algo que alguém um dia lhe contou. É sobre o seu pai, um homem comum, e o seu primo, um homem com um segredo extraordinário. Tempos atrás, nos anos amargos do final da Segunda Guerra Mundial, esses dois homens encontram-se à mercê de um guarda alemão após uma acção da Resistência. Atirados para um fosso profundo juntamente com um pequeno grupo de aterrorizados reféns, são avisados de que um deles morrerá para servir de exemplo aos outros. Caberá aos próprios prisioneiros decidir quem será o sacrificado. Mas é então que o guarda regressa com uma proposta extraordinária. Nos anos vindouros, esta história tornar-se-á na memória de um momento que alterou para sempre a vida desses homens e que, uma vez recordado, determinará a vida do rapaz a que foi contada.

Em Amar Simplesmente, estamos em 1972, após os atentados terroristas nos Jogos Olímpicos de Munique. O narrador (o jovem rapaz de Os Jardins da Memória) prepara uma dissertação sobre os bastidores do meio desportivo. É nesta altura que encontra o oficial alemão responsável pela detenção do seu pai e dos seus amigos. Coloca-se então a questão da responsabilidade e da culpabilização, ao mesmo tempo que o narrador vive uma história de amor com uma jovem alemã…precisamente a filha do “carrasco” do seu pai.

A minha opinião:
Tudo o que possa dizer sobre este pequeníssimo livro será demasiado revelador, pois acho que a sinopse já adianta o suficiente (até demais, na minha opinião). Apenas foi dizer que é constituído por dois contos bonitos e serenos. Nada de excepcional ou surpreendente. Gostei, mas senti um simples contentamento por ter lido duas estórias bonitas, nada mais.

5/10
Lido a 10 de Março de 2009
Sinopse:
Um agente da Continental é contratado para resolver um caso em Personville, mais conhecida por Poisonville, uma cidade mineira sem lei nas mãos de gangsters. Porém, quando chega a Personville, a pessoa que o contratou é assassinada.O pai da vítima, que fora dono e senhor da cidade até ter contratado homens pouco escrupulosos para controlar uma greve de trabalhadores, convence-o a ficar para se livrar dos “invasores” e o agente da Continental vê-se obrigado a usar os mesmos métodos dos seus oponentes num cenário sangrento.


A minha opinião:
É um livro que se lê muito bem, em grande parte devido à velocidade dos acontecimentos. Não há momentos mortos ou suaves na narração e a linguagem utilizada é dura, crua e directa ao ponto.
Fui devorando o livro até à resolução do assassinato, mas quando a personagem principal revela uma determinada teimosia em limpar a cidade dos principais criminosos, o meu entusiasmo foi-se dissipando aos poucos.
Mas atenção que o livro está muito bem escrito do início ao fim, apenas esta não é a melhor leitura para mim. Pois apesar de ter gostado bastante do início, o resto do livro tornou-se um pouco cansativo (a linguagem própria de gangsters e com a velocidade elevada da acção sem momentos de pausa).

5,5/10
Lido a 5 de Março de 2009

A todos os que gostam de vir a este cantinho e que têm o Firefox peço desculpa.
Graças ao aviso da Canochinha fiquei a saber que os utilizadores deste programa não conseguiam ler em condições os meus comentários. Como tenho o IExplorer, desconhecia o problema. Lá arranjei um computador com o Firefox e quando abri este blog nem queria acreditar na trapalhada que aqui ia!
Após uma pesquisa mais detalhada fiquei a saber que o aspecto que este blog tinha antes era apropriado ao Wordpress, mas que alguém tinha feito umas alterações para poder ser usado no blogger. Mas os problemas eram frequentes e esses ninguém consegue arranjar solução.
Talvez no Verão voltarei ao aspecto que tinha antes, pois gosto bastante dele. Por enquanto adoptei este que também gostei. Espero que gostem também.
Obrigada pela visita :-)
Sinopse:
O encantador jardim renascentista de uma villa italiana esconde um mistério. O passado e o presente encontram-se em duas histórias de amor, vingança e assassinato separadas no tempo 400 anos…


O jardim da Villa Docci, no coração da Toscana, dedicado à memória da jovem esposa de um nobre do século XV, é um mundo misterioso de estátuas, grutas, trilhos serpenteantes e epígrafes clássicas, que poderão ocultar uma mensagem secreta. O jovem Adam Strickland, da Universidade de Cambridge, parece ser a pessoa certa para decifrar o mistério. Viaja para a Itália e conhece a família Docci, tão sedutora como a villa que habita e o respectivo jardim. Mas a Itália do pós-guerra ainda é um local estranho e perigoso, e os Docci parecem esconder alguns esqueletos no armário… Será que uma nova tragédia irá ter lugar na amaldiçoada Villa Docci?

A minha opinião:
Um jovem estudante da universidade de Cambridge é convidado por um professor para realizar uma tese baseada num misterioso jardim. De início a ideia parece absurda, mas depois de considerar todas as possibilidades Adam aceita o convite e viaja para a Toscana, Itália, a fim de concretizar esse projecto. Mas tudo o que parece ser, não o é. E a viagem de Adam, desde o primeiro minuto, está programada por alguém que necessita dele, que precisa urgentemente de uma marioneta de modo a conseguir o que quer. Mas o que não se apercebem é que Adam tem uma capacidade extraordinária de relaccionar factos e dados que para a maioria das mentes não teriam qualquer ligação, e é neste ponto que talvez Adam consiga fugir, ainda com vida, da teia de intrigas e mentiras em que tentam envolvê-lo.
A sinopse atraiu-me como uma mosca a um doce. A expectativa era grande e, em parte, este livro não desiludiu. O livro está muito bem escrito, as personagens estão bem construídas, e a teia de intrigas... foi o melhor deste livro! No entanto, ansiava por adrenalina e crime logo nas primeiras páginas e não foi isso que aconteceu. Este livro tem um ritmo semelhante aos livros da grande Agatha Christie, em que nós só chegamos a descobrir a verdade apenas com a leitura do último capítulo. É claro que o génio de Agatha Christie é único, e apesar de Mark Mills ter uma boa imaginação, as pistas que vai deixando permitem ao leitor adivinhar a maior parte do que verdadeiramente se passa. No entanto, o final... surpreendeu e faz-me desejar reler este livro daqui a um bom tempo. Quando tiver esquecido da maioria dos detalhes, só para ver se os meus sentimentos mudam. Suspeito que sim... que irei gostar ainda mais dele.

8/10
Lido a 28 de Fevereiro de 2009
Mais um prémio recebido com surpresa e um sorriso de orelha a orelha. Obrigada Paula, Flicka, Projecto Lê, Homem do Leme e às meninas do Floresta das Leituras !
As regras são as seguintes:
  1. Exibir a imagem;
  2. Linkar o Blog do qual recebeu o prêmio;
  3. Escolher 15 Blogs para entregar os prêmios e avisá-los.
Desta vez os meus nomeados são:
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