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Sinopses:

Volume 1
São mais do que humanos e sempre estiveram entre nós…
Os Raintree, três irmãos com poderes sobrenaturais, têm de enfrentar os feiticeiros de Ansara que, depois de terem sido derrotados há duzentos anos, se revoltaram novamente para vencerem os seus inimigos.
Dante Raintree, o mais velho dos irmãos, conhece Lorna Clay e a percebe-se de que aquela mulher teimosa possui dons sobrenaturais que desconhece. Juntos procuram sobreviver a diversos incidentes misteriosos, ao mesmo tempo que tentam não sucumbir ao sentimento forte que os une: o amor.

Volume 2
São mais do que humanos e sempre estiveram entre nós…
Os Raintree, três irmãos com poderes sobrenaturais, têm de enfrentar os feiticeiros de Ansara que, depois de terem sido derrotados há duzentos anos, se revoltaram novamente para vencerem os seus inimigos.
Gideon Raintree é um detective e, juntamente com a sua colega Hope Malory, investiga uma série de assassinatos brutais, enquanto tenta resistir a um sentimento mais forte do que os seus poderes: o amor.

Volume 3
São mais do que humanos e sempre estiveram entre nós…
Os Raintree, três irmãos com poderes sobrenaturais, têm de enfrentar os feiticeiros de Ansara que, depois de terem sido derrotados há duzentos anos, se revoltaram novamente para vencerem os seus inimigos.
Mercy Raintree guarda um importante segredo, por isso, quando este é descoberto pelo mais poderoso dos Ansara, a sua vida e a da sua filha ficam em perigo. O que Mercy desconhece é que se avizinha uma batalha entre clãs, que decidirá o futuro de todos.

A minha opinião:
Dois clãs com um passado sangrento em comum e com um presente repleto de ódio. Mas o que ninguém espera é que estes dois clãs inimigos, os Raintree e os Ansara possuam um futuro comum em paz.
Cada volume apresenta-nos um irmão diferente do clã Raintree. Cada um com um poder mágico diferente e poderoso. Por vezes tão poderoso que eles têem dificuldade em controlar. À medida que cada livro é desfolhado, cada um dos irmãos encontra ou reencontra o grande amor das suas vidas, mas a altura não é a ideal, pois os Ansara estão a reorganizarem-se para atacar e matar cada Raintree vivo até extinguir por completo o clã.
O facto de cada um dos volumes da trilogia ter sido escrito por uma autora diferente deixou-me de "pé atrás", mas as minhas dúvidas foram infundadas. A coerência ao longo dos três livros manteve-se e não notei grandes quebras de ritmo ou de direcção da história. É claro que apercebemo-nos que as três autoras têm uma escrita diferente e simpatizamos mais com um volume do que com outro, por causa disso mesmo. Por exemplo, achei o primeiro volume e o segundo bons, enquanto que o último apenas o considero razoável. As três histórias estão bem conseguidas, com bom ritmo e bem elaboradas para o formato.
Uns belos volumes para iniciar as minhas férias animada e bem disposta e com o entusiasmo de estar a ler e não querer parar fiquei com uma bela cor de camarão nos ombros :-(
7/10
Lido a 25 de Julho de 2009
Sinopse:
Holly Golighly é mais do que uma boneca de luxo. Deslumbrante, espirituosa e ternamente vulnerável, inquietando as vidas dos que com ela se cruzam, é retratada por Truman Capote em Breakfast at Tiffany’s (Boneca de Luxo), um romance tocante e singelo sobre a amizade, que constitui uma autêntica história de sedução.
Verdadeiro clássico da literatura americana contemporânea, nele se inspirou Blake Edwards para o filme homónimo protagonizado por Audrey Hepburn.


A minha opinião:
As linhas mestras desta história já eu conhecia através do filme, mas que a leitura deste livro me surpreendeu e desiludiu um pouco, isso foi.
Existem diferenças entre o que é retratado no livro e o que aparece no filme. O filme é infinitamente mais idealista, mais romântico. O livro é directo ao assunto, com poucos romantismos e sem qualquer ideais sobre o amor, a sinceridade na relação, o materialismo, a ganância ou algo belo e etéreo.
Esta leitura valeu pela surpresa e pelo meu enriquecimento pessoal, mas admito que gosto muito mais da adaptação feita no filme com a incomparável Audrey Hepburn.




Ao ler o livro confesso que senti a falta da magia que esta encantadora mulher emprestou à adaptação cinematográfica:


5,5/10
Lido a 24 de Julho de 2009
Sinopse:
Uma mãe. Uma filha. Uma família destroçada.
Sarah Harris era uma criança feliz e apreciada por todos. Até se tornar, repentinamente, no alvo de um inimigo perigoso mas invisível — e a sua vida, e da família, transformou se num verdadeiro inferno. Em pouco tempo, a menina de seis anos foi suspensa da escola, alienada pelos amigos e vítima de suspeição no seu próprio lar. Para a mãe, Lyndsey, foi como viver para além dos seus piores pesadelos. A filha que tanto amava parecia ter se transformado de um dia para o outro numa criança de quem quase tinha medo. A sua menina fazia o impensável: cortava tudo e mais alguma coisa, tentava envenenar os amigos, e chegou inclusivé a acusar os próprios pais de abuso sexual.
Em breve, o casamento de Lyndsey ficou à beira do abismo, os serviços sociais ameaçaram retirar as crianças aos pais e Lyndsey teve de lutar com todas as forças para manter a família unida. Mas o pior estava ainda para vir, quando Lyndsey descobre que foram todos vítimas da traição mais dolorosa…


Informação adicional:
(Fornecida pela editora)
Lyndsey Harris é um pseudónimo. Todos os nomes foram alterados para proteger a privacidade da filha de Lyndsey.
Em Inglaterra, onde foi originalmente publicado, Traição vendeu mais de 220 mil exemplares, foi número dois da lista dos mais vendidos do Sunday Times e permaneceu no top dez durante sete semanas. Traição recebeu ainda a distinção «TRUE» de Richard & Judy Book Club, para a melhor história verídica de 2006.


A minha opinião:
Quando Sarah começou a ter atitudes e actos altamente repreensíveis como roubar, a sua mãe -Lyndsey - nem queria acreditar. Repreendia-a e pensava que eram apenas pequenos erros de uma única ocasião.
Mais tarde Lyndsey veria o quanto se tinha enganado quando Sarah se revelou uma menina cujas acções ameaçavam o bem-estar de qualquer um que a rodeasse. Mas o que ninguém esperava era que a fonte desse Mal estivesse tão perto. Perto demais...

Um livro que me fez pensar em como é fácil sermos iludidos pelas pessoas que acarinhamos. Porque é muito fácil julgarmos que conhecemos uma pessoa apenas pela máscara com que se apresenta. Mas na maioria das vezes o verdadeiro EU de cada um está demasiado inacessível para os menos observadores.

"Não julgues o livro pela capa" - Ditado popular
6/10
Lido a 24 de Julho de 2009
Sinopse:
Às vezes lemos um romance que nos leva a lugares que não sabíamos que precisávamos de ir. Esse é o poder da escrita. Até que o Amor Me Encontre é um desses romances.
Chase Walker é um jornalista que investiga o mistério de um menino abandonado numa linha-férrea. Sabe como ele foi lá parar, mas não sabe como, nem o que se passou até esse dia. Apenas sabe que esse menino está destroçado. Mas esta criança desperta algo dentro de Chase que precisava de renascer: a necessidade de conhecer a verdade. A verdade sobre o menino; a verdade sobre si próprio, e a verdade sobre o homem mais importante da sua vida: o seu pai adoptivo. Enquanto procura a verdade sobre o rapaz, Chase também persegue a verdade sobre o seu pai e sobre crime que foi cometido muito antes de ser adoptado. Sabe que as acusações eram falsas, mas simplesmente não consegue provar. A história avança, até que a verdade vem finalmente ao de cima. Mas não é a verdade que o leitor assumiu... é muito, muito melhor. Dentro de todos nós há o desejo de saber quem somos verdadeiramente... e de saber que somos amados e desejados. Todos procuramos a verdade e quase sempre o nosso passado parece incompleto. Este é um romance fascinante, uma extraordinária alegoria ao desejo universal de ser amado.


A minha opinião:
Este livro é simplesmente maravilhoso. Não tenho outra palavra para o descrever.
Retirando o facto de a letra ser quase ilegível (tamanho 8 ou 9) não tenho mais nenhum defeito a apontar à escrita deste autor, à editora Casa das Letras, à tradutora Maria Correia, tudo é de qualidade.
O livro começa com a descoberta de uma criança de passado misterioso que foi descoberta perdida e muito maltratada. Vítima de anos de abuso psicológico e físico ninguém consegue descobrir de onde ele é, qual o seu nome, que idade tem,... ainda mais porque alguém o deve ter tentado estrangular o que resultou numa traqueia demasiado danificada para que a criança possa falar. Apesar de não conseguir ou não saber falar, ele sabe desenhar como ninguém. É impossível a qualquer pessoa não ficar abismada ao olhar para os seus desenhos. Porque esta é a única forma que John Doe #117 (nome provisório que o estado deu à criança) tem de comunicar e ele fá-lo com excelência.
Chase Walker, o jornalista encarregue de acompanhar esta história, também foi uma criança como John Doe #117 - abusada, maltratada, enviada como uma mala de lar em lar de acolhimento, sem ninguém que o amasse - até que foi acolhido por William MacFarland e a sua esposa. Cresceu e viveu com esta família que sempre o amou incondicionalmente mas que possui um passado obscuro e que por isso são rejeitados por qualquer pessoa da cidade. Um roubo impossível, uma morte prematura e uma traição misteriosa, tudo isto surge do passado da família MacFarland sem que ninguém o revele ao mundo.
Somos levados por estas duas histórias diferentes e sem que nos apercebamos, apaixonamo-nos incondicionalmente por este livro. Duas histórias diferentes mas com muitas coisas em comum - dois meninos que foram abandonados e maltratados e que só querem ser amados por alguém, só querem que alguém se preocupe com eles.
Sei que este livro foi comparado aos do Nicholas Sparks, não percebo porquê. Só se fôr por ser "inserido" na escrita dita Romanceada. Os últimos livros de Sparks já perderam (para mim) aquele interesse, aquela profundidade, são cópias repetidas de uma mesma fórmula. Mas este livro possui sentimento, profundidade, não é um campo estéril de alma...
Se alguém ainda não o tem na estante para o ler, não sei o que esperam! Nem que seja para se divertirem com os Willeísmos (quem o ler perceberá;D ).


"O amor faz destas coisas. Nomeia o inominável e confere voz ao silêncio" Excerto da página 343
9/10
Lido a 23 de Julho de 2009
Sinopse:
Emily era uma criança mimada, teimosa e egoísta que morreu pouco antes de fazer treze anos. Mas isso foi há muito tempo… Jane é uma órfã de nove anos que vai passar o Verão a casa da avó, uma misteriosa mansão no Massachusetts. Jane é introvertida triste, e, pouco dada a brincadeiras de criança. Um dia, ao olhar para uma bola espelhada que enfeita o jardim, vê reflectido um rosto que não é o seu…
A partir de então, Jane passa cada vez mais tempo com uma amiga imaginária que mais ninguém consegue ver, mas cuja presença se faz sentir subtil e misteriosamente. Há muitos anos atrás, uma criança malévola e cheia de raiva viveu nesta casa – e, na verdade, nunca a abandonou. E agora, Emily quer que Jane lhe faça companhia… para sempre.

Jane Emily é um clássico da literatura de terror que já arrepiou gerações de leitores. Com uma densidade psicológica brilhante e uma aterradora atenção ao pormenor, esta é uma história que os leitores dificilmente esquecerão.


A minha opinião:
O facto de terem classificado este livro como um clássico do terror é completamente absurdo. Originalmente foi considerado como The classic novel of the supernatural, traduzindo é um romance clássico do sobrenatural. Esta SIM! É a verdadeira gaveta literária onde devemos enfiar este pequeno livro, um romance que ao primeiro olhar é cândido e inocente mas que revela algumas surpresas a quem o lê e além disso tem uma grande moral nas entrelinhas!

Um livro que gostei bastante de ler. Surpreendeu-me pela positiva e recomendo.

Aproveito para deixar aqui as imagens de algumas das capas antigas (liindas) do livro que revelam mais sobre o enredo:




7/10
Lido a 30 de Abril de 2009
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