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Esta é uma nova rubrica onde irei mostrar os meus pequenos tesouros.
 
Livros que gostei e que acho memoráveis ao nível do design e/ou do seu conteúdo.
 
Livros em português e em inglês que habitam as minhas estantes e o meu coração.
 
Livros que recomendo, sem sombra de dúvida.
 
E que acho que vale a pena investir para os ter na estante.
 
 O primeiro livro é o "A Monster Calls" de Patrick Ness e Siobhan Dowd, com ilustrações de Jim Kay.
 
PATRICK NESS
JIM KAY
SIOBHAN DOWD
 
 
 
 
 
 

 
 
 
Sinopse:
The monster showed up just after midnight.
But it isn't the monster Conor's been expecting. He's been expecting the one from his nightmare, the one he's had nearly every night since his mother started her treatments.
The monster in his back garden, though, this monster is something different. Something ancient, something wild.
 
 
 
A minha opinião:
Durante um longo tempo ouvi falar bem deste autor. Queria experimentar um livro dele, mas nunca sabia qual seria o meu primeiro.

Gostava de ler a famosa trilogia Chaos Walking, mas não queria investir logo numa série.
 
Quando estava a ver uma série de vídeos antigos do canal booksandquills, eis que me deparo com este livro do qual nunca tinha ouvido falar.

Tinha de o ler. Mas havia um problema: queria ler a versão ilustrada.



Li-o na edição em paperback, mas ilustrada e fiquei siderada com tudo.

Conor é um miúdo a passar por um momento muito difícil a sua vida.
Sabemos apenas que a sua mãe, o seu pilar, está doente. Como os seus pais estão divorciados e com um pai a viver num outro continente, num outro país, com uma nova família e uma nova mulher (a qual é muito exigente), Conor vê-se nas mãos da avó.

Quando surge O monstro, Conor pensa que está preparado, mas nem nós estamos.

A verdadeira identidade deste monstro é desconhecida e o que ele pretende é o que nos assombra durante todo o livro.



Quando percebemos o que é, ou quem é O monstro e qual o seu objetivo, o nosso coração de leitor não aguenta e é inevitável a presença deste livro nos favoritos de quem o lê.

Tão bom. Tão cruel. Tão maravilhoso no seu uso de elementos mágicos para falar de algo tão destrutivo.


Só tenho elogios para este livro e para o seu conteúdo e as suas ilustrações.

Entretanto foi publicado cá em Portugal sob a chancela da Editorial Presença, mas infelizmente ainda não o vi. Estou curiosa para ver se mantiveram as ilustrações de Jim Kay.

Amei tanto este livro que entretanto já arranjei a lindíssima edição em capa dura e pretendo relê-lo.

Dei 5 estrelas em 5.
 
 
 
 
 
 
Parece que tive mais olhos que barriga, como se costuma dizer, ao escolher um número tão redondo.

Para quem não sabe o que é este meu Desafio "2015 a 100" deixo aqui o link com a explicação.

Os livros só ficam registados nesta lista se estiverem fisicamente nas minhas estantes.


1- Saga Vol.1 - Brian K. Vaughan e Fiona Staples
2- Ligeiramente Escandalosa - Mary Balogh
3- O Domínio dos Deuses - René Goscinny e Albert Uderzo
4- A casa das almas perdidas - F.G. Cottam
5- O segredo do bosque velho - Dino Buzzati
6- Maus Vol.1 - Art Spiegelman
7- Maus Vol. 2 - Art Spiegelman
8- Por treze razões - Jay Asher
9- Saga Vol. 2 - Brian K. Vaughan e Fiona Staples
10- Não digas nada - Mary Kubica
11- Saga Vol. 3 - Brian K. Vaughan e Fiona Staples
12- O prazer - Nicole Jordan
13- A bela e o vilão - Julia Quinn
14- A monster calls - Patrick Ness e Siobhan Dowd
15- Illusions of fate - Kiersten White
16- O pijama da gata - Pat R
17- Saga Vol. 4 - Brian K. Vaughan e Fiona Staples
18- A cidade de vidro - Cassandra Clare
19- As Madonas de Leninegrado - Debra Dean
20- Coração Selvagem - Elizabeth Hoyt


Pois é.
Confirma-se.
Mais olhos que barriga.
Vou ter de acelerar.
 
 

Eheheheh.


 
 

Neste ano de 2015 tenho feito um esforço ainda maior para ler o que tenho cá em casa, evitar comprar livros que demorarei a ler e acima de tudo vender ou oferecer livros que já li e que sei que não vou reler ou que tenho mais do que um exemplar.
 
Uma grande motivação têm sido os inúmeros vídeos que existem no youtube de book unhauls.
 
Assim aqui ficam os livros que em Março e princípios de Abril já saíram das minhas estantes em direção a outras casas e outros leitores.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Não é novidade para ninguém que 2015 está repleto de novas adaptações cinematográficas de livros que ou já ouvimos falar, ou que já lemos, ou então que habitam as nossas estantes e ainda esperam para serem lidos.
 
Este é, infelizmente, um exemplo do último caso que referi.

"Child 44" de Tom Rob Smith, ou como foi publicado em Portugal, "A criança nº44" é um livro que habita a minha estante e um dos muitos exemplares que ainda estão por ler.



A sua sinopse é arrebatadora:

União Soviética, 1953.  A mão de ferro de Estaline nunca esteve tão apertada, fortalecida pelo Departamento de Segurança Estatal - uma força policial secreta cuja brutalidade não é segredo para ninguém.  Debaixo deste jugo, a população é levada a acreditar que o crime simplesmente não existe. No entanto, quando o cadáver de uma criança é encontrado na linha de comboio, o agente Leo Demidov - um herói de guerra dedicado ao Departamento - é surpreendido ao ouvir que a família da criança está convencida de ter-se tratado de um assassínio. Os superiores de Leo ordenam-lhe que ignore tal suspeita e ele obedece sem se questionar. Mas algo lhe diz que há muito mais por detrás desta história. De um momento para o outro, a sua confiança de que tudo o que faz por ordem do Partido serve um bem maior é abalada e, arriscando tudo, Leo sente-se no dever de perseguir o terrível assassino - mesmo sabendo que ao fazê-lo se tornará, ele próprio, um inimigo do Estado...

 
 E o filme já está a caminho dos cinemas mundiais a partir de 17 de Abril.
Com atores como Tom Hardy *blush*, Gary Oldman, Noomi Rapace, o resultado só poderia ser este:



E o que ainda estou eu a fazer à espera para ler o livro? Tss, tss...
 
 



Sinopse:
Libertino. Devasso. Debochado. Três adjetivos que podiam descrever Michael Stirling na perfeição. Bem conhecido nas festas londrinas, quer desempenhasse o papel de sedutor ou o papel de seduzido, uma coisa era certa: nunca entregava o coração. Ele teria até acrescentado a palavra “pecador” ao seu cartão de visita se não achasse que isso mataria a pobre mãe.
Mas ninguém é imune ao amor. Quando a seta de cupido atinge Michael, dá início a uma longa e tortuosa paixão – pois o alvo dos seus afetos, Francesca Bridgerton, tem casamento marcado com o seu primo.
Mas isso foi antes. Agora, Francesca está novamente livre. Infelizmente, ela vê Michael apenas como um ombro amigo – até à fatídica noite em que lhe cai inocentemente nos braços, e a paixão se revela mais poderosa e intensa do que o mais perverso dos segredos…
 
 
 
A minha opinião:
 
Desde 2012 que sigo religiosamente esta série e mal um é publicado em português eu tenho, eu preciso de o comprar. É quase um vício.
Este já é o sexto volume, sobrando apenas mais dois para deixar de acompanhar esta família maravilhosa que tanto gosto.
São todos personagens cativantes, muito bem estruturados e complexos o que conjugado a uma trama com tantos pormenores suculentos resulta numa delícia de livro.
 
Nas primeiras páginas somos transportados a um momento passado em que Francesca está casada com John, o seu maior amigo e amor, o seu primeiro adorado, o homem com quem sempre quis casar. Mas o que nós já sabemos que aconteceu (através da leitura dos outros livros da série) tragicamente chega. O que não contava era que fosse de uma forma tão brusca que cheguei mesmo a sentir o sofrimento de Francesca. Não consigo imaginar uma maneira mais cruel de escrever esta morte.
 
Na família Bridgerton todo o mundo desaba.
 
Enlouquecida pela perda e pela dor Francesca ainda vê o seu segundo melhor amigo, o primo do falecido marido, Michael a afastar-se e a viajar para outro continente sem qualquer aviso.
Entendi este afastamento quase como um ato de sobrevivência por parte de Michael. E até gostei desta opção da autora.
 
Os anos passam e Michael volta para Inglaterra. 
Foi a partir daqui  que começam os momentos de pura casmurrice destas duas personagens que me levaram a lançar o olhar ao céu.
Mesmo quando pensamos que tudo já está mais ou menos encaminhado para eles se entenderem de vez, eis que a autora escolhe um destes teimosos para dar um ou dois passos atrás, transformando esta relação numa dança de passinhos à frente, passinhos atrás. Esta foi sem dúvida a maior falha deste livro.
 
Mas como é que posso dizer de consciência limpa que não gostei? Não posso. Gostei e muito. Embora se trate do livro mais fraquinho da série que li até ao momento.
 
Pontuei com 3,5 em 5.
 

E já foi lançado o trailer para "Paper Tows", a adaptação cinematográfica do livro de John Green.
O livro já foi publicado em Portugal pela Editorial Presença e no Brasil pela Editora Intrínseca.
Foi uma leitura que gostei mesmo muito, mais do que esperava. Talvez li-o na altura certa. Não sei. Gostei da história. Gostei da mensagem. Gostei de tudo.
 
 
 
 
Um excelente livro para ler sem expetativas e ver onde ele nos leva.
Uma viagem pelas cidades de papel.
 
 
 
 
 

 


 Sinopse: From the hugely popular blog, a miscellany of hilarious and peculiar bookshop moments:
'Can books conduct electricity?'
'My children are just climbing your bookshelves: that's ok... isn't it?'

A John Cleese Twitter question ['What is your pet peeve?'], first sparked the 'Weird Things Customers Say in Bookshops' blog, which grew over three years into one bookseller's collection of ridiculous conversations on the shop floor.

From 'Did Beatrix Potter ever write a book about dinosaurs?' to the hunt for a paperback which could forecast the next year's weather; and from 'I've forgotten my glasses, please read me the first chapter' to'Excuse me... is this book edible?'

This full-length collection illustrated by the Brothers McLeod also includes top 'Weird Things' from bookshops around the world.
 
 
 
 Sinopse: Customer (holding up a book): 'What’s this? The Secret Garden? Well, it’s not so secret now, is it, since they bloody well wrote a book about it!'

Weird Things Customers Say in Bookshops was a Sunday Times bestseller, and could be found displayed on bookshop counters up and down the country. The response to the book from booksellers all over the world has been one of heartfelt agreement: it would appear that customers are saying bizarre things all over the place - from asking for books with photographs of Jesus in them, to hunting for the best horse owner’s manual that has a detailed chapter on unicorns.

Customer: 'I had such a crush on Captain Hook when I was younger. Do you think this means I have unresolved issues?'

More Weird Things Customers Say in Bookshops has yet more tales from the antiquarian bookshop where Jen Campbell works, and includes a selection of ‘Weird Things...’ sent in from other booksellers across the world.
The book is illustrated by the BAFTA winning Brothers McLeod.  
 
 
A minha opinião:
 
 Li estes dois livros em formato ebook num ápice. Que delícia de livros.
São dois pequenos livros que juntam uma série de episódios tristes, cómicos, da mais pura ignorância por parte de clientes de livrarias de todo o mundo.

A autora é uma youtuber inglesa que sigo religiosamente.
Além de fazer vídeos maravilhosos, ela também trabalha em part-time numa livraria que vende livros em segunda mão, pelo que eu entendi será como um alfarrabista.
No seu trabalho, Jen Campbell, teve de aturar as pessoas mais sem noção. Existem episódios que me parecem inacreditáveis.
Houve mesmo um cliente que perguntou se a Anne Frank tinha escrito um segundo livro a continuar o seu diário, uma vez que o final do primeiro a deixou em suspense.

São duas pequenas pérolas que devem ser lidas por toda a gente. Sem exceção.

Dei ao primeiro livro 4 estrelas e ao segundo 3 estrelas.
 
 
 

Sinopse:
 Jeremy Dare North, marquês de Wolverton, é um espião e um libertino. Frio e calculista, no passado tinha sido um jovem apaixonado, disposto a fugir e a deixar tudo pela sua amada. Mas a traição desta levou-o a alistar-se no exército e a fechar para sempre o seu coração.
 
 Anos mais tarde, quando a traição ameaça a Coroa, Dare vê-se forçado a recrutar Julienne, o seu primeiro e único amor, para o ajudar a desmascarar um traidor mortífero. Forçada a trair o único homem que amou, Julienne quer apenas esquecer a terna paixão que ambos conheceram em jovens
 
 Porém, quando Dare anuncia publicamente que a tomará de novo como amante, ela responde ao desafio com um da sua autoria: fazer ajoelhar aquele homem arrogante.
 
 O reencontro do casal desencadeará muitas paixões e um perigoso jogo de sedução. No final, juntos descobrirão o que Dare negou toda a sua vida: que não existe maior prazer que o verdadeiro amor.
 
 
A minha opinião:
 Quem, como eu, lê estes livros deve saber que este não terá nada de novo.
Horas de divertimento e de concentração profunda no que estamos a ler é garantia suficiente para mim. E é por isso mesmo que eu continuo a comprá-los e a lê-los compulsivamente.

O que me fez gostar deste então?
Se a receita é sempre a mesma, o que me fez dar 3 estrelas em 5 e a acabar de o ler com a certeza que comprarei o seguinte desta autora?
Divertimento. Puro divertimento.
Adoro ler histórias em que no início nada é perfeito. E se as duas personagens principais andarem um pouco às turras, então é perfeito.

Julienne já não é uma jovenzinha inocente e sonhadora, graças às muitas desilusões e a momentos cruéis pelos quais teve de passar. A forma como conseguiu sobreviver a eles foi recriar-se e mostrar-se cada vez mais poderosa e altiva, de modo a que as mais venenosas linguarudas da sociedade a temessem e a respeitassem.

Dare é um homem muito confiante de si mesmo que tem a mais profunda certeza que consegue dar a volta a qualquer cabecinha feminina com um dos seus olhares ou um dos seus sorrisos retorcidos.

Quando estas duas personagens se encontram pela primeira vez é um choque de titãs. E o segundo/terceiro encontro? Tive mesmo um ataque de riso.

Gostei mesmo muito das personagens.
Quanto ao resto? A receita é a mesma e está tudo dito.

 

Sinopse:
 Sentado no seu café preferido, Hercule Poirot prepara-se para mais um jantar de quinta-feira quando é surpreendido por uma jovem mulher. Ela chama-se Jennie e diz estar prestes a ser assassinada.
 Mais insólita do que esta afirmação é a sua súplica para que Poirot não investigue o crime. A sua morte é merecida, afirma Jennie, antes de desaparecer noite dentro, deixando o detective perplexo e ansioso por mais informação.

 Perto dali, o elegante Hotel Bloxham é palco de três assassinatos. Os crimes têm várias semelhanças entre si: os três corpos estão dispostos em linha reta com os braços junto ao corpo e as palmas das mãos viradas para baixo. E dentro das bocas das vítimas, encontra-se o mais macabro dos pormenores: um botão de punho com o monograma PIJ.

 Poirot junta-se ao seu amigo Catchpool, detetive da Scotland Yard, na investigação deste estranho caso.
 Serão os crimes do monograma obra do mesmo assassino? E poderão de alguma forma estar relacionados com a fugidia Jennie que, por uma razão indecifrável, não abandona os pensamentos do detetive belga?
 
 Hercule Poirot está de regresso num mistério diabólico que vai testar ao limite as suas célebre celulazinhas cinzentas.
 
 
A minha opinião:
 
 Tudo o que diga "Agatha Christie" eu estou lá. Adoro a senhora e a sua mente perversa e retorcida que conseguia pegar na mais carismática e inocente personagem e revelá-la como a mais cruel das assassinas.
 
Vá lá, quem é que não gosta disso?
 
Desconhecia de todo esta obra que foi escrita pela autora Sophie Hannah, tendo como inspiração a personagem original de Poirot.
Quando soube da publicação cá em Portugal pela Asa fiquei logo entusiasmada, mas depois de ter visto que a autora não era a Agatha Christie, não vou mentir, fiquei um pouco renitente.
 
Assim, resolvi ver se havia o original mais barato e se gostasse comprava a obra em papel e em português.
A minha escolha recaiu no audiolivro, mais especificamente nesta edição:
 

Gostei muito da voz da narradora e a fazer de Poirot esta senhora (Julian Rhind - Tutt) é exímia.
Logo de início senti-me enredada nesta trama tão curiosa (ler a sinopse). Não vou, de todo, referir qualquer pormenor da história, pois acho que a sinopse já revela até demais. Vou antes falar de outros aspetos.
A caraterização das personagens está muito bem feita e devo dizer que neste aspeto a autora chegou quase aos calcanhares da grande Christie. Mas noutros assuntos nem tanto.

O que eu gostava e ainda gosto das obras originais, é o fato de enquanto lia as primeiras páginas era impossível não ficar cativada. Depois, mais ou menos a meio, lá começava eu a imaginar mil e uma maneiras de desvender o que se passava e identificar o verdadeiro criminoso. Esta minha cabecinha arranjava com ideias mirabolantes deste e de outro mundo. E depois? Depois a autora mostrava que afinal era tudo tão simples e que o criminoso estava mesmo à minha frente sem que eu conseguisse sequer imaginar que era ele.
Na minha opinião, esta é uma das razões pela qual Agatha Christie ficou tão famosa, a sua capacidade de nos iludir e sempre com uma simplicidade desarmante.

Quanto a este livro, tal não foi possível. Infelizmente vi logo o que se passava. E não, não é assim tão difícil.
Quando um autor comete o mesmo erro que aqui foi cometido, o leitor fica logo desconfiado. E qual foi esse erro? Excesso de pormenores e de voltas e reviravoltas, numa tentativa de mostrar que conseguia escrever uma trama complicada, mas quem acabou enredada num nó foi a própria autora.

Eu sei que é muito difícil alguém ter a capacidade de Christie de criar com simplicidade algo original e que no entanto nos parece tão complicado. E não vou dizer que não gostei, porque gostei, mas não me encheu as medidas, por assim dizer. E a partir do momento em que identifiquei o/a assassino/a então foi ouvir o resto para acabar o livro (detesto deixar leituras inacabadas).

Dei 3,5 estrelas em 5.
 
Esta é uma série de livros que queria terminar ainda este ano.
 
Numa tentativa de ser uma leitora mais determinada e coerente com as minhas leituras peguei neste 3º volume da série "Os Instrumentos mortais" ou como ficou em Portugal os "Caçadores de Sombras".
 
Achei melhor pegar o quanto antes neste pois o volume anterior já foi lido há 4 meses e tinha receio de me esquecer de alguns pormenores da história.
 
Mas felizmente, neste volume, a autora fornece pequenos vislumbres do que já aconteceu, o que me tem ajudado a reentrar facilmente neste mundo sem me sentir perdida.
 
Estou a gostar bastante até. Só é pena não ter mais tempo para o ler.
 



Eu sou uma daquelas pessoas que quando vê um teste dedicado a livros ou a leituras tenho mesmo de o fazer. Foi o que aconteceu com este teste.
 
Para quem não sabe nos EUA existem várias listas de livros banidos ou proibidos em bibliotecas públicas. O que começou por ser um ato de proteção infantil, rapidamente de alastrou mais do que devia e transformou-se em atos de restrição e controlo nas leituras de jovens, jovens adultos e até mesmo adultos.
 
As 3 principais razões que surgem são:

  1. O material foi considerado "sexualmente explícito".
  2. O material contém "linguagem ofensiva".
  3. O material foi considerado "inadequado a qualquer faixa etária".
O problema é que quando vi uma das listas de livros que foram banidos fiquei completamente atordoada.
 
Se quiserem ver que livros foram banidos podem clicar aqui, aqui ou aqui.
 
Para combater esta ignomínia contra a liberdade de escolha do livro que queremos ler e o prazer que temos com esta escolha, a ALA (American Library Association) criou a Semana dos Livros Banidos (BANNED BOOKS WEEK) que este ano será entre 27 de Setembro e 3 de Outubro.
Nessa semana específica o objetivo é lermos o máximo de livros banidos.
Nunca participei mas este ano gostaria imenso de o fazer.
 
 
Mas voltando ao início da conversa, testes.
Existe um teste que foi criado com o objetivo de vermos o quão escandaloso é o nosso passado nas leituras.
 
http://www.buzzfeed.com/ariannarebolini/how-scandalous-is-your-reading-history#.toKL23GY2
 
Adorei. Só não gostei muito do meu resultado.
Parece que sou pouco pecaminosa.
 
Quem quiser fazer o teste é só clicar na imagem acima.
 
 
Layout por Maryana Sales - Tecnologia Blogger