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Sinopse:
Este é um conto das Highlands, de amantes amaldiçoados pelo destino e pela intemporal manipulação do rei Unseelie. Escrito durante a série Highlander e pressagiando a série Fever, trata-se de Moning no seu mais fino e divertido romantismo.

Roubado do seu lar nas Terras Altas da Escócia, aprisionado no tenebroso e gélido reino do rei Unseelie, Aedan suportou séculos de tortura antes de se tornar pura Vingança, o despachante de morte e destruição do rei das trevas no reino dos mortais.

A aspirante a romancista, Jane Sillee, sempre acreditou ter nascido no século errado, mas tem conseguido levar uma vida mais ou menos decente — se ao menos conseguisse deixar de ter esses sonhos recorrentes com um homem demasiado perfeito para existir...

Assombrada cada noite da sua vida por um devastadoramente provocante Highlander que vem até ela enquanto dorme, Jane tenta tirá-lo da cabeça e do coração escrevendo. Em criança ele costumava protegê-la, em mulher ele ama-a.

Quando uma antiga tapeçaria com a imagem do seu amado Highlander lhe aparece à porta, Jane é subitamente raptada para trás no tempo até à Escócia do século XV, para um castelo na ilha de Skye, onde lhe é dada uma oportunidade de salvar o amante dos seus sonhos... ou para sempre o perder.
 
Presa num jogo de morte entre as cortes de luz e de trevas dos Fae, Jane tem de encontrar um modo de perfurar o gelo até ao coração do seu Highlander. Mas será o amor de uma mulher mortal suficiente para derrotar tão vetustos e implacáveis imortais inimigos?

 
A minha opinião:
 
A culpa é minha. A culpa é inteiramente minha por ter visto apenas a capa e lido a sinopse e não ter feito uma pesquisa mais aprofundada.
 
Então resumindo é assim:
A história para a qual nos remete a sinopse preenche apenas 103 páginas. Preencheria bem menos se a editora tivesse optado pelo tamanho de letra normal e não por uma BEM VISÍVEL. (Talvez tamanho 14 ou 15).
 
Depois as restantes 120 páginas são pequenas tretas como:
  • Uma nota da autora.
  • Um posfácio.
  • Uma proposta para algo que a autora nunca escreveu na totalidade e com qualidade e que nunca tinha sido publicado.
  • Cenas apagadas do livro "O beijo do Highlander"
  • Uma versão bem light e na minha opinião apatetada do livro "O highlander negro".
  • Um excerto de um outro livro que nem é desta autora.
 
Além disso a editora não faz referência NENHUMA disto na capa e ainda vende o livro pelo preço normal destes livros de 15.26€ (já com desconto, claro).
Ora façam o favor!!!!!
 
Pessoalmente não o comprei numa livraria nem à editora (o que se fizesse não seria espanto nenhum porque eu adoro os livros desta autora), mas sim em 2ª mão. Mas mesmo assim não foi tão baratinho como isso!
 
Quanto ao conto em si foi bonitinho mas mal o acabei veio-me logo à cabeça parte do refrão daquela música do Sérgio Godinho:
Com um brilhozinho nos olhos
(...)
O que é que aconteceu diz lá
(...)
Metemos o carro
Muito à frente muito à frente dos bois
Ou seja fizemos promessas
(...)
E o que é que foi que ele disse?
E o que é que foi que ele disse?
Hoje soube-me a pouco
Hoje soube-me a pouco
Hoje soube-me a pouco
Hoje soube-me a pouco
Hoje soube-me a pouco
Hoje soube-me a pouco
Hoje soube-me a pouco
Hoje soube-me a pouco
(...)
Sérgio Godinho, "Com um brilhozinho nos olhos"

 2/5
Sinopse:
Ele levou onze séculos a encontrar a mulher certa. Não está pelos ajustes de perdê-la agora.

Jessi St. James precisa de ter vida própria. Demasiadas horas passadas a estudar antigos artefactos provocaram na jovem arqueóloga um caso sério de obsessão por sexo. Quando vê um homem deslumbrante semi despido a fitá-la de dentro de um antigo espelho, pensa que só pode estar a sonhar. Mas numa fracção de segundo, é salva de um atentado à sua vida e vê-se a braços com um metro e noventa e oito de escaldante, insaciável macho alfa.
Herdeiro da arcana magia dos seus antepassados Druidas, Cian MacKeltar foi encurralado dentro do Espelho Negro há onze séculos. E quando o Espelho Negro é roubado, um velho inimigo tudo fará para reavê-lo. Para Jessi, o deus sexual dentro do espelho é divinamente real e oferece a sua protecção - ainda que Jessi não compreenda o porquê. Tudo o que ele quer em troca é o sublime prazer de partilhar a sua cama...        


A minha opinião:

Apesar de ao reler a sinopse deste livro, antes de iniciar propriamente a sua leitura me tenha provocado um arrepio de "Ai Jesus que lá vem mais do mesmo", o facto é que não pude acabar a sua leitura sem suspirar "Raios, agora é que fica interessante?!"

O enredo é bastante mais interessante que os anteriores, apesar de haver muitos clichés que já tinha lido nos anteriores volumes.

O facto é que neste volume as personagens dos anteriores livros se interligam todas neste. E vemos que estas ligações entre Highlanders e um Tuatha Dé com mulheres humanas foram um pouco manipuladas para servir o propósito de alguém. O que me despertou bastante a curiosidade foi este monólogo da rainha dos Fae:


"Abaixo dela, no salão nobre do Castelo Keltar, os humanos falavam, abstraídos da sua presença. Bem-aventuradamente desconhecedores de que, a pouco mais de cinco anos do futuro deles, o seu mundo estava em caos, os muros entre Homens e Fae estavam derrubados e os Unseelie governavam com brutal mão de gelo. (...)


Não podia esperar predizer o que não podia entender. Houvera tempos em que suspeitara que o amor humano albergava um poder mais elementar e maior do que o que qualquer raça possuísse. Infundia nas coisas uma força impossivelmente superior à soma das suas partes. Deveras, fora a união de cada Keltar ali em baixo com a sua companheira que os havia temperado, dando-lhes âmagos de aço, e feito dos seus Druidas aliados dignos de uma rainha."


Ou seja, agora é que (espero eu) a autora vai abandonar um pouco as cenas de romance escaldante e apaixonado de enjoar, convidando o leitor a presenciar algo mais rico do que o que tenho lido até agora.

Resumindo... o próximo volume leio-o. Mas se a autora voltar ao mesmo, desisto.


7,5/10



Sinopse:
Com os seus longos cabelos negros e olhos escuros magnetizantes, Adam Black significa Sarilhos com S maiúsculo. Imortal, arrogante e intensamente sensual, ele vive através dos tempos e dos continentes em perseguição dos seus apetites insaciáveis.

Até ao dia em que uma maldição o destitui da sua imortalidade e o torna invisível - cruel destino para homem tão irresistível. Agora a única esperança de sobrevivência para Adam está nas mãos da única mulher que o pode realmente ver. Para Gabrielle, uma estudante de Direito amaldiçoada com a capacidade de ver ambos os mundos, é o início de uma longa e perigosa sedução.

Quando a demanda de Adam para recuperar a sua imortalidade os faz mergulhar num mundo de magia intemporal, o preço da rendição bem pode ser a própria vida. Tudo por um destino que poucos mortais jamais conhecem: um glorioso, assombroso, infindável amor…                                            


A minha opinião:
Não posso dizer que não tenha gostado. Digo antes que entreteve.
Não acrescentou nada à série a não ser a apresentação/descrição de uma nova personagem masculina.

Trata-se de um belo exemplo de uma autora a pegar numa fórmula que resultou, muda os nomes das personagens, muda um bocadito de enredo e já está... mais um livro para as bancas.
Vou dar mais uma oportunidade a esta autora, pois já tenho aqui o livro na mesa de cabeceira. Se o próximo não me cativar, paro por aqui com esta série.
6/10
Sinopse:
Dageus Mackeltar é um herói encantador assim como o seu pior inimigo. No final do anterior romance da autora, O Beijo do Highlander, Dageus usara os poderes dos druidas para viajar no passado e salvar o seu irmão gémeo, Drustan, que teria perecido num incêndio. Mas, ao fazê-lo, libertou os espíritos de treze maléficos druidas que agora vivem dentro dele. Durante a sua investigação de textos arcanos que podem conter a chave para aprisionar novamente os espíritos, Dageus conhece a muito curiosa Chloe Zanders, uma amante de antiguidades em Manhattan. Quando ela, acidentalmente, "tropeça" na sua colecção de documentos "emprestados", Dageus vê-se obrigado a mantê-la "sob a sua vigilância". A tensão e atracção atingem o ponto máximo quando os dois viajam até à Escócia para enfrentar os demónios de Dageus. A boa disposição de Chloe é a combinação perfeita para a sensualidade de Dageus. Esta história, selvagem e criativa, leva os leitores a uma viagem excitante através do tempo.

A minha opinião:
Esta autora não desilude! Depois de ler "O beijo do highlander" era impensável não ler esta segunda parte.
No final do livro anterior, Daegeus Mackeltar sacrificou a sua alma para poder salvar a vida do seu irmão e assim permitir que este se reunisse com o amor da sua vida. Mas este acto altruísta teve um preço demasiado elevado. Apesar de conhecer a lenda sobre a maldição que recai em quem usar o portal para benefício próprio seria amaldiçoado para toda a eternidade, Daegeus resolve arriscar e vê-se possuído por treze entidades negras pertencentes aos Draghar. A partir deste ponto Daegeus tenta lutar e procurar uma saída antes do desfecho fatal, mas o que ele não conta é que durante esta procura incessante e exaustiva ele vai encontrar Chloe Zanders. Chloe é uma mulher pequenina e voluntariosa cuja curiosidade vai metê-la em apuros. Aliás, o primeiro encontro entre Daegeus e Chloe é cheio de bom humor. Daqui para a frente é desfrutar deste envolvente romance com uma grande carga erótica pelo meio.
Um livro com muito romance e misticismo que me deu a conhecer mais alguns aspectos dos Druidas e da Mitologia Celta, tal como os Tuatha Dé Danaan, e que além disso proporcionou umas belas horas de prazer a ler.
Bastante bom para quem gosta deste tipo de livros.

8/10
Lido a 26 de Setembro de 2009


Sinopse:
Um romance inesquecível que atravessa o tempo...
Exausta do trabalho e saturada do quotidiano, Gwen Cassidy decide marcar uma viagem à Europa. O destino escolhido são as verdes Highlands da Escócia. Mas a esperança de encontrar o homem dos seus sonhos desvanece quando percebe que a sua fantástica viagem é afinal uma excursão de idosos. Frustrada, decide deambular sozinha pelas colinas de Loch Ness, onde acaba por escorregar e cair numa caverna há muito abandonada.

Nessa caverna, jaz Drustan Mackeltar, um lorde escocês adormecido por um feitiço há quinhentos anos, que começa a desenvolver um sentimento controverso pela fascinante personalidade de Gwen. Irreverente e impulsiva, ela não é nada como as mulheres que se cruzaram na sua vida. Será ela uma mulher à altura de um lorde como Drustan?



Excerto:
"Para aqueles de nós que acreditam na Física, esta distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão, por mais persistente que seja."
- Albert Einstein Retirado da página 131

A minha opinião:
Comecei a ler este livro com uma vaga ideia do que seria a história. Enganei-me redondamente. Tudo bem que é um romance, mas de histórico nada tem, à excepção de uns saltos no tempo até ao século XVI.
É um romance bem-humorado e divertido, ideal para esta época do ano ou para quando nos sentimos mais desgastados pelos percalços do quotidiano. Revitaliza o espiríto de qualquer leitora. Se por ventura procuram um romance histórico profundo, este não é para vocês.
Apenas achei um exagero de detalhes/cenas eróticas entre as duas personagens principais. A autora bem que podia ter retirado pelo menos duas dessas cenas e aproveitar para aprofundar a caracterização destas personagens e do meio que as rodeia.
No entanto, sabendo que este livro tem continuação, gostava de saber quando é que a Saída de Emergência tem intenções de publicar o próximo volume. Pelo que já li, o próximo volume retrata a história de vida de Dageus, filho dedicado e irmão leal. Tão leal que sacrificou a sua alma para que Drustan conseguisse reencontrar o seu amor no primeiro volume. Esta série promete...
7,5/10
Lido a 26 de Julho de 2009
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