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2016 está a ser um daqueles ano complicados. Tem me acontecido de tudo um pouco.
Fui operada pela primeira vez.
Tive um acidente de carro aparatoso (o meu primeiro acidente de carro sendo eu a condutora).
Cheguei ao ponto de estar a trabalhar em 4 trabalhos part-time ao mesmo tempo.
Visitei o IPO do Porto por razões que preferia que não existissem.
E mais... e mais...
 
Quem me conhece sabe que tento ser sempre positiva na vida, mas bolas, este ano está a fazer com que me esforce.
 
O que tenho a dizer é isto: 
Ando a despachar todos os azares e momentos menos bons no início do ano para depois ter uma segunda metade de 2016 espetacular. (E ai de quem disser o contrário, ehehhe).
 
Para quem continua a ser meu seguidor ou seguidora aqui no blogue, agradeço-vos do fundo do coração.
Este é um pequeno pedacinho de mim, que se foca numa das minhas paixões - os livros.
 
E falando neles, quais são os que habitam neste momento a minha mesa de cabeceira?
 
 
O primeiro é o "The Strange and Beautiful Sorrows od Ava Lavender" da autora Leslye Walton.
 
Este é bem original. Vou a meio e comparo-o muito ao "A casa dos Espíritos" da Isabel Allende.
É um livro ideal para quem gosta da escrita da senhora Allende ao que se juntam elementos mágicos.
 
Mas mágicos como?
Já leram algum livro da fabulosa Sarah Addison Allen?
Ou o livro "Como água para chocolate" da Laura Esquivel?
Pois é. É algo assim.
 
Quando acabar escrevo uma opinião mais estruturada.
 
 
Continuo com este lindíssimo livro parado. Não existe nenhuma razão a não ser que ele é enorme e pesado.
 
Além disso é um livro de contos (magnificamente ilustrados) o que permite ler uma história e depois pousá-lo.
 
Os contos são todos sobre fantasmas ou elementos do sobrenatural e, dos que li, são simplesmente lindos na sua simplicidade mas também no que nos mostram sobre o ser Humano.
 
 
E por último ando com este audiolivro no telemóvel.
Está estruturado por capítulos, ou seja cada capítulo é um ficheiro mp3 o que me facilita muito a vida.
 
E cada capítulo é sobre um assunto  ou momento da vida da autora.
 
Ideal para quando estou a fazer as tarefas mais chatas cá de casa. Tipo passar a ferro ou tirar a roupa de Inverno das gavetas e guarda-fatos e pôr a roupa de Verão.
 
O que para ser sincera nem sei para que ando com este trabalho todo, uma vez que o tempo chuvoso arrependeu-se e voltou novamente.
 
Até as andorinhas de cá de casa andam confusas. Andavam a restaurar os ninhos do ano passado e até já pararam de o fazer.
 
 
Beijos e boas leituras

 
 


Sinopse:
 
Uma Missão a Marte. Um acidente aparatoso. A luta de um homem pela sobrevivência.

Há exatamente seis dias, o astronauta Mark Watney tornou-se uma das primeiras pessoas a caminhar em Marte. Agora, ele tem a certeza de que vai ser a primeira pessoa a morrer ali.
 

Depois de uma tempestade de areia ter obrigado a sua tripulação a evacuar o planeta, e de esta o ter deixado para trás por julgá-lo morto, Mark encontra-se preso em Marte, completamente sozinho, sem perspetivas de conseguir comunicar com a Terra para dizer que está vivo. E mesmo que o conseguisse fazer, os seus mantimentos esgotar-se-iam muito antes de uma equipa de salvamento o encontrar.

De qualquer modo, Mark não terá tempo para morrer de fome. A maquinaria danificada, o meio ambiente implacável e o simples «erro humano» irão, muito provavelmente, matá-lo primeiro. Apoiando-se nas suas enormes capacidades técnicas, no domínio da engenharia e na determinada recusa em desistir — e num surpreendente sentido de humor a que vai buscar a força para sobreviver —, ele embarca numa missão obstinada para se manter vivo. Será que a sua mestria vai ser suficiente para superar todas as adversidades impossíveis que se erguem contra si?

Fundamentado com referências científicas atualizadas e impulsionado por uma trama engenhosa e brilhante que agarra o leitor desde a primeira à última página, O Marciano é um romance verdadeiramente notável, que se lê como uma história de sobrevivência da vida real.
 
A minha opinião:
 
Ok, vou ser sincera. Este foi um livro que quando foi publicado não me interessou. De todo.
Depois vieram as opiniões positivas de outros que o liam e o adoravam. Mesmo assim achei que não era para mim.
Entretanto veio a publicação do livro cá em Portugal pela Topseller e pouco depois a notícia que o livro ia ser adaptado para a grande tela do cinema.
Aí a minha curiosidade despertou pois o ator principal seria o Matt Damon e regra geral gosto sempre dos filmes que ele faz.
 
Chegou a oportunidade de o comprar em segunda mão e bem baratinho e... aproveitei.
 
Mas li-o imediatamente?
 
Não.
 
Ficou alguns meses na estante à espera, como é usual em mim.
 
Quando o filme estava a estrear, com ainda mais vídeos pelo you tube de gente que elogiava esta obra e por me ter estreado numa maratona de 24 horas da qual falei aqui, peguei nele.
 
A minha leitura começou pelo livro em formato de papel. Mas como o início do livro revelou-se um pouco lento, resolvi experimentar o audiobook em inglês que tantos elogios tem recebido.
 
E uau!
 
Que espetáculo.
 
Aconselho vivamente a leitura através do audiolivro em inglês. O profissional que o narra faz um trabalho fabuloso. Parece que estamos a ver/ouvir um filme de ação.
 
Ri, voltei a rir, afligi-me, e voltei a rir à gargalhada.
 
Ao contrário do que estava à espera, este livro é extremamente divertido, muito graças à personagem principal Mark Watney, que irei recordar para sempre com muito carinho.
 
Sim, há termos científicos e matemáticos e assuntos relativos às Ciências, mas nunca se tornou aborrecido. Demora um bocadinho a arrancar, mas quando o Mark é deixado para trás em Marte, o livro nunca mais para. Depois é vermos como é que Mark tenta sobreviver num ambiente nunca antes habitado pelo ser humano.
 
Apesar do bom humor de Mark, nunca perdemos a sensação de perigo. Qualquer pequena distração levará à morte certa.
Disso são exemplo os momentos em que Mark nos conta as suas tarefas diárias para sobreviver num ambiente hostil e de repente BUM, uma explosão.
 
Nunca senti tédio. Nunca senti que este livro era um livro menor, pelo contrário.
 
Este é um livro fabuloso que toda a gente vai gostar. Mesmo aqueles que, como eu, têm algumas renitências.
 
Uma excelente prenda de Natal. Digo eu.
 
 
 
Estupidamente ainda não vi o filme, mas isto é algo que em breve irei corrigir.
 
Um dos melhores livros que li este ano.
 
E a segunda melhor surpresa literária de 2015.
 
 
 
Este fim de semana gostava imenso de ler estes meninos.
 
 
O The Walker Book of Ghost Stories é um livro de contos fantasmagóricos e deliciosos que queria acabar de o ler.
 
Também queria acabar de ler o Marvel 1602 este fim de semana.
Comecei-o ontem à noite, mas estava tão cansada que acabei por adormecer.


Quanto aos outros dois, o Aquele Beijo e o Sem dizer adeus, ainda não os comecei, mas são dois livros que me interessam muito neste momento.
 
Um por que me parece uma história tocante e é de uma autora brasileira que desconhecia e da qual apenas sei que foi uma lutadora e uma feminista. O outro porque é da Julia Quinn e isso já é dizer imenso para mim.
 
E vocês o que pretendem ler este fim de semana?
 
 
 


Vi isto e tinha de partilhar.
 
Para fazer rir qualquer leitor.
 
 

Sinopse:

 
Can you save someone from something that’s already happened?
 


Daniel’s expectations for his forced vacation with his father at the Leisure World Holiday Complex are low. He hates sports, and his father is mostly lost in drink and depression.
But then he sees a strange girl swimming in the fake lake, and everything changes.
Lexi has a smart mouth and a killer swim stroke, but dark secrets swirl around her. She’s got bruises and cuts that seem to be getting worse instead of better. She’s always alone. And her watch is ticking backwards.
 
When a dark figure begins to stalk Lexi and Daniel, the truth must come out.
 
This gripping ghost story will raise goose bumps and questions: does a traumatic past mean the future is a foregone conclusion?
 
 
 
A minha opinião:
Este foi um dos livros que consegui começar e acabar durante a Dewey's 24 Hour Readathon, que decorreu no passado mês de Outubro.
Já agora se alguém tiver interessado em se inscrever na próxima readathon deixo - aqui - o link da página de internet onde está tudo explicado e informo que a próxima terá início a 23 de Abril de 2016.
 
Foi a primeira vez que aderi a esta readathon e não me inscrevi em mais nenhuns desafios pois o meus objetivo era tentar ler o máximo possível em 24 horas, sem pressões.
 
Mas voltando ao livro.
Esta foi uma das minhas comprinhas de Setembro pelo abebooks, que desde já recomendo. Comprei-o usado e ele chegou novo. Como é óbvio paguei mais pelos portes do que pelo livro, que veio quase de graça (0,01 dollars).
 
A minha edição é a da capa preta, de capa dura, cuja sobrecapa tem uma textura suave mas quase de borracha (idêntica às capas dos penguin english library que eu tanto gosto e que existe em qualquer FNAC ou Bertrand cá em Portugal).
 
O livro não é extenso, e talvez por isso tenha gostado tanto dele. Nas suas 216 páginas o autor não usou palavras difíceis (pelo menos para mim que não tenho o inglês como língua materna) nem grandes artifícios ou patranhas para enganar o leitor. Foi conciso e direto à história em si. E eu, que na altura andava com pouca paciência, adorei ainda mais o livro por isso.
 
A história em si não é inovadora, mas a forma como foi contada é que me conquistou.
Temos então o Daniel Lever, um adolescente com problemas de autoestima e excesso de peso que tem de lidar e cuidar de um pai destruído pelo final do casamento. Ricky é um homem que amava verdadeiramente a mulher, mas esta, após vários ultimatos, abandonou a família por não conseguir lidar mais com a imaturidade do marido e com o seu problema grave de alcoolismo.
 
Numa tentativa de lidar melhor com a situação em que se encontra, Rick leva o filho para uma estância de férias que incentiva a prática de desporto. Ora isto é o pior pesadelo de Daniel. Além de ter de cuidar do próprio pai, arrumar a casa, e outras preocupações do tipo, Daniel ainda vai ter de tentar evitar ser vítima de bullying.
 
Um dia Daniel tenta refugiar-se numa das margens do lago que é rodeado por um bosque, aliás toda a estância fica num bosque. É quando avista uma rapariga que nada no lago. Daniel fica cativado pela forma como a rapariga consegue nadar tão velozmente e sem fazer grande esforço, quase como se estivesse a deslizar pela água escura.
É aí que Daniel reconhece a rapariga. É a mesma que o táxi que os transportava para a estância, no primeiro dia, quase atropelou, mas que ninguém viu. Nem o pai. Nem o taxista.
E aqui começa a parte interessante.
A busca por um assassino perigoso que ataca todos os anos os visitantes da estância de férias.
O revelar do que se passa verdadeiramente neste local "idílico" para férias, e o que os seus trabalhadores tentam esconder.
E acima de tudo, descobrir quem é mesmo esta rapariga.
 
Ao longo de tudo isto vemos o Daniel a tornar-se um rapaz mais confiante, mais seguro de si e apesar de amedrontado pelo que anda a descobrir sem poder confiar nem no pai, porque este está constantemente bêbado, vemos Daniel a lutar contra o tempo para tentar salvar mais uma vítima de um assassino inominável.
 
Este livro lembrou-me o "NOS4A2" do Joe Hill. Uma versão mais "leve" e jovem adulto do mesmo, mas igualmente cativante.
 
 
 
 
 
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